terça-feira, 20 de novembro de 2007

Feriado em Boiçucanga


Menos dançante e menos ensolarado do que imaginei, o feriado ainda foi bom!!!
Dormi e comi muuuuito, dancei pouquinho - pois havia pouquíssimos cavalheiros.
Curti um dia de piscina, li bastante, conversei muito com a Samantha e a Chimenia, e também com as outras amigas que estavam por lá.
Rimos e nos divertimos até.
Passear é sempre bom, seja com sol ou chuva, metade do tempo fomos acompanhadas de trovoadas e relâmpagos, mas na outra metade, teve muuuito sol também!!hehe :p
Final de semana divertidíssimo.
Valeu a pena e e!!!!^^

segunda-feira, 12 de novembro de 2007


Texto lindo - muito criativo

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade> Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido> pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.> > Redação:> Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no> elevador.> Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem> vividos pelas preposições da vida.> E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com> um maravilhoso predicado nominal.> Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito> oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes> ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num> lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se> insinuar, a perguntar, a conversar.> O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno> índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo,> pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.> Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador> recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente> no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com> ela em seu aposto.> Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma> fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para> ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num> vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.> Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente> chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num> transitivo direto.> > Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu> ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um> período simples passaria entre os dois.> Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não> perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.> É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente> oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.> Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias,> parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns> minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia> tomando conta.> Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um> perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu> grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu> repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo,> e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram> gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver> aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo> auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.> Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por> todo o edifício.> O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que> loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo> absoluto.> Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele> predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez> mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo> claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto> abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e> culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.> O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido> depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final> na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela> janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o> artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

TANGO




Nossa, como é lindo, forte e disciplinado o tango.

Sempre achei lindo e agora que estou iniciando o aprendizado, estou completamente fascinada pela dança. Aprendi só movimentos e passos básicos, mas estou simplesmente amando.

Mal posso esperar pra aprender mais!!!!

No sábado teve baile da escola, no bar Aldeia e eu dancei muuuito forró com o Lê, fui até elogiada...Fico muito feliz com elogios sinceros de amigos. :p

Estava meio vazio e havia poucos cavalheiros, infelizmente, havia cerca de 6 damas pra cada cavalheiro. Mas ainda me diverti bastante.

Fora que antes teve aula baile na escola e eu ousei dançar vários ritmos dos quais geralmente me excluo por achar não saber o suficiente. Participei da roda de salsa, e dancei gafieira - que eu amo!!!

Foi muito legal mesmo...

Tenho me sentido mais a vontade na escola e isso é bom, aprendo mais...

Que a semana seja maravilhosa - já o é, por ser mais curta!!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Dois pra lá, dois pra cá...

A coreografia do B1 será forró - uma gracinha a parte que eu já aprendi, o que foi divertido é que já no primeiro ensaio fui aprender a parte masculina e a pro se espantou, perguntando se eu iria fazer 'menino' na apresentação, daí eu a expliquei que estava aprendendo pra um amigo (meu ex partner exclusivo: Re).
Adoro girar, no domingo fui a um forró e um dos dançarinos com quem mais dancei disse reconhecer influência do samba rock em meus giros, muito mais rápidos e precisos...
Claro que adorei esse detalhe...rs
Na quinta passada (1/11) não dancei muito, pois havia poucos cavalheiros que eu conhecia no lugar em que fomos.
Na sexta não dancei nenhum zouk ou salsa, foi só forró...muitos forrós.
Mais uma vez pude aplicar e ver resultados na Lei da Atração.
E neste final de semana terei que me contentar com o Baile Havaiano, que será neste sábado.
Que toque ao menos uns 3 samba rocks com quem eu tenha parceiro pra dançar muuuuito!!!^.^
Bom final de semana a todos!

domingo, 4 de novembro de 2007

Primeiro dança ...e depois o mundo!!!



Adoro dançar - não importa muito se é o que sei ou que não sei, mas é bom...rs

Passei apuros ontem com o Lê, ele me pegou pra dançar forró - até aí, consegui acompanhá-lo, sem maiores vexames...

Na aula baile, porém, eis que ele me tira pra uma salsa - aí não teve jeito - deixei e muito a desejar - fazer o que - não manjo os 'truques' da salsa - acho tudo tão lindo - um dia chego lá- sei que chegarei...enquanto isso - babo!!!!

Também passei 'apuros' na gafieira com o Re. E o pior - com mta gente 'assistindo' ai ai ai - eu só caço pra cabeça viu!!!

No prep. tive aula da tango - só o quadrado básico - mas é tão forte, intenso, sério...estou apaixonada por tango - será o próximo curso de férias? hummmmmmm

Final de semana totalmente dançante o meu -delicioso, claro.

Qto à fotinha - é um retrato do futuro - huahuahuahua primeiro dominarei a salsa, gafieira, tango, depois o mundooooo!!!hauhahauauahuahua (voz maquiavélica de desenho animado, terminada com gargalhada muito maldosa!!!hauhauauhahua)

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Novas Posturas



Vontade de dançar assim? Valsa...sim, sim, por que não?
Dançar traz uma nova maneira de viver, toda clássica, com postura, diferenciada.
Parece mesmo entrar em uma sociedade secreta, onde a educação, o cavalheirismo e a cordialialidade imperam!!!

Cia Stilo Refinado - Samba Rock

http://br.youtube.com/watch?v=RbSllWcDZvc

Alimento pra alma


Dançar tornou-se alimento, matéria indispensável em qualquer situação, necessidade básica.
Mais um final de semana dançante...muito divertido por sinal...
Fui ao Carioca Club em São Paulo, o grupo de dança do Núcleo de Dança onde estudo apresentou-se lá ontem e fui vê-los.
Não dancei muito, é verdade. Afinal lá era a noite zouk, e só havia três cavalheiros conosco.
Mas sempre é espetáculo aos olhos e banquete pra alma.
Energias renovadas...